Alinhamento: Prefeito reúne secretariado

Na tarde chuvosa da sexta(20), o prefeito Reginaldo Carrera, de Maracanã, reuniu o secretariado para alinhamento de metas da gestão e o clima foi de ajuste fino, principalmente, quanto aos assuntos administrativos, segundo informou uma fonte do Blog. O prefeito reuniu para uma conversa direta, olho no olho, para alinhar metas, os auxiliares mais próximos e reforçar o ritmo da gestão.
Entre cobranças e ajustes, o tom foi de que o segundo tempo já começou. Nos corredores, a leitura é simples: quem não acompanhar o compasso, pode acabar fora da dança.
O “Qui pró có” em Salinas

O clima esquentou na política do Sal, como se sabe a Câmara Municipal de Salinópolis não dispõe de gabinetes fixos para os parlamentares, sendo assim a vereadora Aury Donato (MDB) resolveu inovar: montou um gabinete itinerante em forma de trailer, estacionado ali mesmo no cantinho da Casa Legislativa. Segundo ela, tudo dentro da linha, sem atrapalhar ninguém,respeitando o espaço público e para atender ao povo.
Mas o prefeito Kaká Sena (PP) não achou graça nenhuma da criatividade sobre rodas. Mandou logo um prazo de 24 horas pra retirada do trailer, alegando uso irregular do espaço.
E como em Salinas o babado não dorme, o “qui pró có” só aumentou! A vereadora que faz oposição ainda foi bater na porta da Prefeitura pra resolver no olho no olho… mas deu com a cara na porta — o prefeito não estava.
Tabuleiro político do Pará I

Estamos a poucos dias para o prazo final de filiação partidária e/ou desincompatibilização dos que desejam concorrer em outubro, e os bastidores da política paraense seguem em ebulição — e com sinais claros de reconfiguração no cenário.
De um lado, cresce a percepção de que o grupo do governador Helder Barbalho enfrenta um momento de ajustes internos, com aliados reavaliando posições e redesenhando estratégias. Muitos já começam a procurar a beirada da rabeta para saltar no primeiro remanso do rio. Na outra ponta, o campo liderado por Dr. Daniel Santos ganha musculatura e passa a se consolidar como uma alternativa competitiva, ampliando apoios e espaço nas articulações de bastidores. Porém, por lá sabe se muito bem como é difícil enfrentar a máquina governamental.
Segundo um “Passarinho” daqueles que “abicora” tudo por ai, na relação dos possíveis candidatos a federal no campo de Daniel estão: Alessandra Haber, Bob Flay, Marcelo Pierre, Wladimir Costa, Tati Lima, Joaquim Passarinho, Kaveira, o recém-chegado Olival Marques, Rogério Barra – no caso de seu pai Eder Mauro, confirme que seja candidato ao Senado.
O momento é de definição: alianças sendo redesenhadas, grupos políticos se reorganizando e lideranças correndo contra o tempo para garantir protagonismo antes do fechamento da janela partidária. Os próximos dias prometem muito!
Tabuleiro político do Pará II

Segundo o mesmo passarinho que voa pelas árvores do Poder na capital, uma deputada estadual do Pará, também estaria de “malas e cuias” arrumadas para trocar o lado da rodovia BR 316. Parece que um parente próximo assim a aconselhou, em razão de estar com a “espinha de peixe” atravessada na garganta até hoje após ter sido preterido na eleição passada municipal.
Assim coisa de ingratidão da política. E, como se sabe, na política, memória também é combustível. Será?
Disputa de gigantes

A corrida pelo Senado Federal promete ser daquelas de tirar o fôlego. No campo político de Helder Barbalho, o próprio governador aparece na dianteira, tendo ao seu lado o deputado Chicão, ambos de olho nas duas vagas em jogo.
Já no entorno do prefeito Dr. Daniel, o cenário também ganha contornos de peso: o deputado Eder Mauro surge como opção, enquanto o senador Zequinha Marinho avalia os próximos passos — podendo disputar a reeleição ou mirar uma vaga na Câmara Federal. Mas, a noiva do momento é Celso Sabino, deputado federal e muito bem avaliado quando ministro do turismo de Lula, decide por esses dias onde vai “apoitar” para concorrer ao Senado.
O tabuleiro está armado — e a disputa, ao que tudo indica, será grandiosa
Chicão em baixa e tio “Jarde” volta a ser lembrado

Olha, meu amigo, o tabuleiro da política paraense tá mais mexido que tacacá, em razão de todo esse cenário do Senado acima, com a popularidade de Chicão meio capenga e a chegada de Eder Mauro botando pressão, nos bastidores — aquele zum-zum-zum que corre solto — já tem gente jurando “fé da mucura” que o senador Jader Barbalho pode pintar no jogo, coladinho numa chapa com o filho e governador Helder. Se isso se confirmar, é tipo colocar pimenta de cheiro na panela: muda tudo!
Os entendidos em política – o que não é o caso da Estagiária do Blog – dizem que essa mistura de nomes cascudos pode dar uma sustância danada pro grupo governista, mas também deve deixar a disputa mais acirrada que briga por açaí grosso na cuia.
Xadrez do vice

Se por um lado os dois campos ainda não demonstram pressa nas definições da chapa, por outro, os bastidores já fervem quando o assunto é a escolha dos vices. No grupo de Helder, o nome do deputado estadual Dirceu Ten Caten é o ungido pelo PT e ganhou força após brilhar como protagonista na festa de 46 anos do Partido dos Trabalhadores, ocorrido recente em Marabá. A sinalização, inclusive com respaldo do diretório nacional, é clara: o PT quer Dirceu na vice — e agora aguarda, com expectativa, a resposta.
Do outro lado, nas articulações em Ananindeua, o desenho caminha para um perfil feminino, possivelmente dentro do Partido Liberal. Mas, nada, nadica certo. Segundo os entendidos por lá, entre os nomes cotados, mas, nem de longe, sondados, estão a médica Tatiane Coelho, ligada ao deputado Eder Mauro, e a primeira-dama de Marabá, Lanúzia Lobo, esposa do prefeito Toni Cunha.
O jogo segue aberto — e a escolha do vice pode ser a peça-chave desse tabuleiro.
Aposentadoria no modo “turbo”

Nos corredores do poder em Belém, o comentário corre mais rápido que maré de lanço. A vice-governadora do Pará, Hana Ghassan, nome apontado como candidata natural do governador Helder Barbalho, conseguiu se aposentar pelo regime previdenciário do Estado em tempo recorde: menos de dois meses.
Nos cálculos ganhou o valor bruto acima de R$ 80 mil, mas com o famoso Teto constitucional, deve ficar acima dos R$ 40 mil mensais.
“Nada demais”, não fosse um pequeno detalhe: servidores comuns, já com idade e tempo de contribuição, costumam esperar meses — às vezes anos — para ver o processo andar.
No Pará, pelo visto, tem aposentadoria que pega as pistas “engarrafadas” da Almirante Barroso… e tem aposentadoria que pega logo a faixa exclusiva do expresso “BRT“.
Daniel no Fantástico

Deu onda no noticiário: o prefeito de Ananindeua, Daniel Santos, apareceu no radar do programa Fantástico por causa de uma casa de praia comprada no litoral do estado do Ceará. O caso virou assunto nacional e ganhou tempero político. Daniel afirma que está sendo perseguido pelo Ministério Público do Estado do Pará a mando do grupo do governador Helder Barbalho, já que é nome da oposição na corrida eleitoral. Enquanto o debate esquenta nos bastidores, o Supremo Tribunal Federal decidiu dar uma segurada no processo, eivado de erros jurídicos na primeira instância.
No Pará, como se diz na beira da maré: a história ainda tem muita água pra correr.
A volta dos que não foram…

Ainda das prosas das esquinas da política paraense, a temperatura subiu — e não foi pouco. A muito comentada desistência da prefeita de Marituba, Patrícia Alencar, de disputar uma vaga na Câmara Federal, ganhou novos capítulos. Entre desafios na gestão municipal e questões de ordem pessoal, o cenário acabou pesando contra o projeto eleitoral. Ainda tem a questão da sua vice, enrolada até o pescoço numa ação federal e que poderia assumir e depois ficar sem a cadeira.
Quem também recuou foi o ex-prefeito de Conceição do Araguaia, Jair Martins, reforçando a leitura de que o jogo ficou pesado demais.
Nos corredores, o comentário é um só: a “briga de cachorro grande” dentro do MDB tornou o ambiente indigesto — e, pelo visto, afugentou nomes que até pouco tempo eram dados como certos na disputa.
A volta dos que foram

Lá no ponto da Van de Castanhal, não se fala outra coisas: o enredo já ganhou até trilha sonora de novela. Um figurão da política regional, hoje bem acomodado numa “cadeira dourada” à frente de uma Câmara Municipal, estaria prestes a fazer o movimento mais comentado do mês vindouro: devolver um cargo estratégico que indicou no governo de Helder Barbalho e, sem olhar pelo retrovisor, atravessar a famosa BR-316 rumo a um novo palanque.
Do outro lado da pista, o destino seria a pré-candidatura de Daniel Santos, num gesto que mistura coragem, cálculo político e uma pitada de ousadia.
O detalhe que tempera ainda mais essa história? O dito cujo sempre foi conhecido como “cria da casa”, aliado fiel dos Barbalho desde os tempos de calça curta. Se confirmar a travessia, vai ter gente jurando que nem GPS explica — só mesmo os ventos da política.
Na próxima tem muito mais. Aqui você fica sabendo de tudo e nos mínimos detalhes.

