Após quase um ano preso, Rafael Modesto Freitas passa a cumprir medida em casa, com tornozeleira eletrônica, por questões de saúde.
Um caso que chocou o nordeste paraense e o universo do transporte de cargas no Brasil volta ao noticiário. Rafael Modesto Freitas, acusado de matar o caminhoneiro Márcio Roberto Wolff, de 41 anos, foi beneficiado com prisão domiciliar e monitoramento eletrônico.
O crime aconteceu em 4 de dezembro de 2025, no pátio de um posto de combustíveis às margens da rodovia BR-316, em São Francisco do Pará. Segundo as informações divulgadas à época, Márcio, natural de Mafra (SC), foi atingido por cinco disparos. Relatos e vídeos também apontaram que o agressor teria passado com o veículo sobre o corpo da vítima.

A investigação indicou como possível motivação o ciúme envolvendo a ex-companheira do acusado, que estava com o caminhoneiro no momento do ataque. Rafael foi preso após o crime.
A mudança para a prisão domiciliar, motivada por problemas de saúde, reacende a repercussão do caso e o debate sobre as decisões judiciais em situações como essa. A medida não significa, por si só, o encerramento do processo criminal., já que o réu dever se Pronunciado e levado à Júri popular.
Da Redação
Ícaro Gomes

