Por Maurício Botelho

Uma cidade que vive do “turismo de sol e praia” precisa entender que, nos períodos de chuva, o problema não é o clima — é a falta de planejamento.
Quando o sol some, a cidade não pode parar.
Salinas tem história, cultura, culinária, memória e identidade suficientes para atrair visitantes o ano inteiro. Chuva combina com peixe fresco, comida quente, conversa boa, música, cultura, histórias do povo, artesanato e encontros.
Turismo não é só areia e mar. É vivência.
Nos meses de baixa temporada, Salinópolis poderia fortalecer:
– a gastronomia local;
– eventos culturais e festivais;
– a valorização da história e do povo tradicional
espaços de convivência cobertos e bem programados;
Cidades turísticas que pensam o ano inteiro não se escondem da chuva.
Elas transformam a chuva em oportunidade.
Salinópolis precisa deixar de ser apenas um destino de verão e se assumir como uma cidade viva, mesmo quando o céu fecha.
Porque quem conhece Salinas de verdade sabe:
a cidade é muito maior do que o sol.

