DIGA-SE DE PASSAGEM

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Um olho em 2026 e o outro em 28

No município de Maracanã, os bastidores começaram a fervilhar – mesmo ainda faltando um ano para a eleição presidencial/estadual e mais 3 anos para a municipal -, com algumas pistas sobre as definições de lideres do cenário político local. O embate Hana X Doutor Daniel, será o tema assim que virar o ano, logo após os fogos de artificio. 2026 parece que vai propiciar a eleição estadual mais disputada dos últimos tempos, o que anima os líderes, sinal de que haverá muita intensidade, emoção e aportes financeiros na campanha.
Como na hora de fritar o peixe, o certo é manter “um olho na frigideira e outro no gato”, alguns líderes já começam a pensar 2028, de olho na cadeira da Prefeitura, já que o prefeito Reginaldo é reeleito. No entorno do gestor, a disputa promete, afinal, já se adiantam o atual Vice, dois secretários municipais, quatro vereadores, duas grandes aliadas, dois nomes surpresas e um que corre por fora, tipo tralhoto, pelas beiradas.
Do outro lado da Avenida, já começam a mostrar as unhas o de sempre e mais duas surpresas.

O sucesso do Estande de Maracanã na COP 30

Da zona costeira salgada paraense, sem dúvidas, o município de Maracanã, foi o que mais ganhou com a exposição positiva nos eventos da COP 30 em Belém. O prefeito Reginaldo e auxiliares diretos escalados para comandar o espaço da cidade na capital, criaram um ambiente de energia boa, demonstrando as belezas naturais, as reservas ambientais e áreas de preservação do município, bem como, as praias – principalmente as famosas Algodoal e Fortalezinha -, e toda a gastronomia peculiar da região.
Sucesso no estande o famoso creme de Mangaba – fruta somente encontrada na Amazônia em Maracanã e no Marajó – e que esteve também presente in natura, licores diversos e outros sabores e cores. Tudo muito bem organizado e que arrancou elogios dos visitantes.
Ainda de Maracanã também muito elogiada a participação em eventos da COP dos gêmeos Nogueira – Artur com o projeto maravilhoso Raízes Amazônia e André com o fantástico Ekobé Parque Ambiental.

A escorregada do Sal

Já a cidade balneária de Salinópolis, o pedacinho de mar mais charmoso do norte do Brasil, andou meio que escondida no Pavilhão dos Municípios criado na COP 30. Maurício Botelho, um dos mais dedicados pesquisadores nativos sobre o turismo na região Atlântica Amazônica, em suas redes sociais, teceu muitas criticas a falta de protagonismo da importante cidade nos eventos da COP 30. Entre os empreendedores e operadores de turismo ficou aquele gostinho amargo da falta de entusiasmo.
Botelho até ironizou com a divulgação de uma imagem – ilustração desta postagem – que comparou os municípios de Salinas, Maracanã e Bragança nos sites oficiais durante a COP 30.

Aliás, BELÉM calou meio Brasil

No sul do Brasil, havia uma rede de criticas sobre a realização em Belém da COP 30, puxada principalmente pela Folha de São Paulo. Queriam o evento em Sampa ou no Rio, onde tudo já estava pronto e a rede hoteleira é ampla. Mérito para os esforços dos governos federal e estadual, que com muito dinheiro deram um “banho de loja” em Belém e finalmente o Brasil do lado lá debaixo, pode conhecer a metrópole da Amazônia e todos se encantaram com tudo – gastronomia, cultura, musicalidade, prédios históricos e muita energia boa. Nunca imaginaram que em 15 minutos e 6 reais no bolso, estariam diante de um pedaço da floresta Amazônica com árvores imensas na Ilha do Combu.
Belém foi demais. Imponente. Linda e Maravilhosa. Acolhedora. Parabéns, cidade das Mangueiras!

Aliás, BELÉM calou meio mundo

E uma parte do mundo, principalmente, da Europa, estava meio “mofina” achando que Belém não daria conta de abrigar a COP 30. Ledo engano. Os gringos se apaixonaram em Belém pelos cheiros, cores e sabores de peixes, frutas e licores. Entraram de cabeça no “Rock Doido” das aparelhagens e shows de artistas locais. Não resistiram nosso pôr-do-sol na Baia do Guajará. Eita, Belém que encantou! Teve até dois Transatlânticos no novo porto do Outeiro, dos muitos que agora virão.
Porém, o que interessa aos paraenses depois de passada a euforia, é mesmo o legado, o que ficou para Belém. Não resta dúvida alguma, que o investimento de mais de 5 bilhões na capital do Pará foi o que de melhor aconteceu em sua recente história.
Um investimento desta envergadura demoraria a acontecer em mais ou menos 30 anos e a conta gotas. Viva a COP!!!!

A castanhalense Aracely em exposição no RIO

 

O Rio de Janeiro está recebendo uma exposição incrível que celebra a potência artística e feminina da região amazônica. A Exposição “AMAZÔNIDAS” é uma iniciativa do IMAA – Instituto Mulheres Artistas da Amazônia e conta com obras de artistas renomadas, incluindo a talentosa Aracely Miranda, de Castanhal.

A exposição é oportunidade impar de mergulhar na diversidade e força da Amazônia, um cenário vibrante que inspira e emociona. As obras apresentadas revelam a riqueza cultural e a beleza da região, convidando os visitantes a se conectar com a natureza e a criatividade das artistas. A Exposição “AMAZÔNIDAS” estará aberta ao público de 10 de novembro de 2025 a 21 de fevereiro de 2026, no Centro Cultural Correios RJ, localizado na Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro – RJ. A entrada é gratuita, e a classificação indicativa é livre.

Paraenses que estejam pela cidade maravilhosa é só dá uma passadinha por lá e vivenciar tudo isso!

Reivindicação no Blog

Vez ou outra, o Birô do Portal recebe reivindicações de moradores sobre obras e serviços, necessárias ou que estão em andamento. Na vila 4 Bocas, região do Mocooca, município de Maracanã, moradores recorrem a nossa voz, reivindicando a ativação de poço artesiano e implementação da produção de água no sistema de abastecimento de água da vila. Segundo os relatos, o poço foi cavado há uns seis meses e todos aguardam com expectativa a mil pelo seu funcionamento que ajudará no melhor abastecimento da bela localidade. Recado dado!

O “Ventinho” da PRC 5

O famoso morador do bairro da Pedreirinha em Marituba, Raimundo Nascimento Farias, completou 81 anos para alegria de uma legião de fãs. No universo do rádio paraense ele é o “Ventinho” , uma lenda com sua voz marcante nas narrações esportivas da Rádio Clube do Pará, a mais longeva emissora do estado. Caboclo simples, simpático e dono dos bordões: “Quem fez o gol, heiinnn, garoto?” e “Eu chooooroooo…“, Cara bacana, heinnn?”.
Atua na Rádio Clube do Pará desde 1983 e também participa de programa do Coronel Virgolino na 99FM. Vida longa, querido!

O destino do Remo

Daqui a pouco, após o açaí e a farinha baguda do domingo, o Clube do Remo entra em campo, talvez, para o mais importante jogo de sua história. Hoje, o clube pode subir para a elite do Futebol brasileiro nos tempos dos pontos corridos e de muita verba. O Leão de Antônio Baena não depende só de si, precisa desesperadamente vencer o Goiás e torcer por uma derrota do Criciúma em Cuiabá ou então por um empate ou derrota da Chapecoense contra o Atlético Goiano. Resultados sempre possíveis no universo estranho do futebol.
Porém, independente de qualquer coisa, o Remo sairá grande após partida – ou classificado para a elite ou responsável por uma campanha maravilhosa na série B -, e de olho no futuro que promete muito, após os acertos de gestão. Do outro lado da Avenida Almirante Barroso, no Paysandu, o clima é de arrumação, reorganizar o time para dar a volta por cima e encarar a sempre difícil série C. Ressaltando que o Papão tem história de grandeza e trabalhará para voltar ao auge.

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