CASO CLEYTON | Solidariedade encurta a distância e vai garantir retorno do corpo do maracanaense

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A corrente de solidariedade formada nas redes sociais e entre amigos e familiares conseguiu transformar dor em união. Após a morte de Cleyton Damasceno Martins, de 38 anos, vítima de um acidente de trânsito na cidade de Gaspar, no Sul do país, a família iniciou uma campanha para trazer o corpo de volta à sua terra natal.

A irmã de Cleyton, Ingrid Martins, responsável por receber as doações, agradeceu em suas redes.

Natural da Ilha de Curuçazinho, no município de Maracanã, no nordeste paraense, Cleyton vivia e trabalhava em Santa Catarina. A distância de mais de três mil quilômetros entre os dois estados tornou o traslado um desafio financeiro para os familiares.

Por meio de uma campanha solidária via Pix, divulgada principalmente pelas redes sociais e grupos de mensagens, a mobilização ganhou força. Amigos, conterrâneos e até pessoas que não conheciam a família se sensibilizaram com a história.

Com as contribuições, a campanha conseguiu arrecadar cerca de R$ 18 mil. Para completar o valor necessário para o traslado aéreo, estimado em R$ 24 mil, familiares ainda recorreram a empréstimos.

Apesar da dor da perda, o gesto coletivo mostrou a força da solidariedade paraense. Como dizem por essas bandas do litoral do Pará, “quando a maré aperta, o povo se junta”. E foi assim, com a ajuda de muita gente, que Cleyton poderá retornar à sua ilha, onde familiares e amigos aguardam para a despedida final.

O corpo sairá as 19h30 do próximo dia 16 (segunda-feira) do Aeroporto de Navegantes-SC, com chegada prevista para o dia 17, por volta 11h no Aeroporto Internacional de Belém.

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